sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Eu nunca me arrependi de ser completamente apaixonada por algumas coisas!

Brigas já não fazem mais nosso tipo, nunca fizeram.
Num determinado tempo talvez era desculpa para sentir que o amor ainda estava vivo, mas sem saber, o amor nunca morre.
Hoje a buzina do carro aos finais de semana são cruciais, que graça pode haver se aquele som que tanto me irritava hoje se faz tão necessário. Aí é só chegar na janela, e meu coração quase não aguenta. Nao sei se ele quase morre ao ve-lo, ou se é ao toca-lo. Mas o coração palpita, pula e bate forte como nem sei definir.
Durante muito tempo é assim, algumas vezes faltou o beijo. Mas o amor, sempre esteve lá, entre nós. E sem saber mais uma vez, sempre houve algo que nos ligaria para sempre. Algo que não se mede, jamais ou nunca!

Ah, e eu tô indo!
Feliz da vida!

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