O espelho mostrava o enlace das pernas, quatro pernas que formavam duas aspas abstratas, dois mundos que se encontravam ali.
A imagem refletida deixava transparecer a primeira (e última) possibilidade de amor (amor assim, verdadeiro).
Dentro da concha dormiam (com os olhos cerrados) e sonhavam (com dias bonitos que ainda viveriam).
Escreveriam a sua história em pequenas placas de "néon"...
Diriam sim àquela sensação que deixava as duas nucas quase sempre arrepiadas.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário