Tava pensando aqui que algumas pessoas deveriam ter relacionamentos como esse pra aprender a dar valor ao amor, se bem que só funcionaria se for verdadeiro. Quando a gente ama muito e sabe que é aquilo que a gente quer pra vida toda, planeja futuro, pensa desde a primeira hora que acorda até quando vai dormir na pessoa e quando dorme sonha com ela e pede todas as noites pra que a livre de todas as coisas ruins... Já pensou como é ter um relacionamento como o nosso e como o de outros casais que tem algo parecido? Estamos distantes, qualquer coisa que aconteça, você não vai poder ter vivido do lado no ultimo momento ou em algum minuto importante entende? É difícil, mas só quem tem amor suficiente pra isso consegue. Quando queremos muito uma coisa, sempre conseguimos, e se existir amor então, não há fronteiras. No futuro a gente vai dar uma olhada em tudo que sofremos e ai superaremos qualquer coisa, e principalmente vamos rir de tudo isso!
Eu choro as vezes porque peço pra acordar amanhã e dar de cara com ele na minha frente de vez sabe , sem ter que se despedir nas tardes de conversa ou nas noites de telefonemas, as partes mais dolorosas de tudo são as despedidas, a gente pensa que vai demorar um tiquinho pra se ver de novo e bate logo a angustia, mas ai logo a dorzinha passa, porque vem as lembranças dos momentos que aproveitamos enquanto estávamos juntinhos e vem a alegria de pensar em todos os outros que vamos viver no futuro!!! Como é bom amar e ter planos, metas em que você tenha alguém do lado, alguém que realmente importa.
Eu te amo demais, e todo minutinho amo mais e mais e não importa o que vamos enfrentar. se são momentos bons ou ruins, o que faz diferença mesmo é tudo que a gente sente um pelo outro e tudo que estamos dispostos a lutar pra finalmente ter nossa vida alegre e cheia daquelas coisinhas que a gente sempre fica combinando *-*,
Ai ai e eu não consigo terminar isso aqui mas, dá pra terminar o texto falando uma coisinha básica pra esclarecer o começo da historinha: O meu destino é você.
quinta-feira, 3 de julho de 2008
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