Sabe, desde que eu era criança, nunca gostei do cravo-da-índia que vinha espetado no docinho de coco. Às vezes, desavisada, mastigava o cravo-da-índia junto com o resto do docinho, cuspia fora na mesma hora, de tão ruim que era o troço (sabe como é, criança pequena não tem modos. Depois de crescida, já era involuntário tirar o cravo antes de botar na boca). Nunca (e não é sensacionalismo típico da blogosfera, colega. Quando eu digo nunca, é NUN-CA) conheci ninguém que comesse o CDI (e estamos abreviando porque a blogueira tem complexo de Garfield). Ele sempre ficava embrulhado dentro das caixetinhas de doces (e tapetinhos, nos aniversários mais chiques), que eu amassava antes de deixar em cima da mesa ou jogar no chão (ler p.s.²). Fala sério, esse CDI não serve pra nada, totalmente inútil.
E me despeço levantando uma singela questão: PORQUE NINGUÉM NUNCA SIMPLESMENTE TEVE A IDÉIA DE NÃO COLOCAR OS MALDITOS CRAVOS-DA-ÍNDIA NO DOCINHO DE COCO?
P.s.¹: Meu docinho preferido é o amado brigadeiro. Ainda bem que ele não acompanha um CDI, senão o barraco que eu faria tomaria proporções pandemônicas.
P.s.²: Sim, eu jogava a caixetinha do docinho no chão. Sim, eu era uma criança mal-educada. Sim, eu vou pro inferno. E daí? Se você está lendo esse blog agora, você também vai, porque ele está amaldiçoado. Tão amaldiçoado quando a fita do chamado. Você terá que fazer com que outra pessoa leia o canetas&palavras, caso queira escapar vivo dessa, meu caro.
domingo, 28 de dezembro de 2008
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