sábado, 7 de junho de 2008
A saudade é a pior coisa do mundo. Aos sábados a noite, geralmente converso com a Lua e, quando isso acontece, de frente a capela da família Assunção, espero o nascer do dia, sempre com uma dúzia de cravos brancos e uma rosa amarela nas mãos. Sentado nos degraus, dividido com um orvalho frio da manhã o silêncio eterno da minha alma. Caminhando pelas estreitas alamedas do cemitério, espero por um milagre que nunca aconteceu. O silêncio da morte é enorme. O do meu coração, maior ainda. ")
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